segunda-feira, 3 de abril de 2017

UFRJ e Fiocruz lançam plano de cooperação técnica inédito na história das duas instituições

 

Dividido em oito eixos temáticos, plano ampliará resultados em pós-graduação e pesquisa e tem entre os objetivos fortalecer ações voltadas para o Sistema Único de Saúde
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciam nesta quarta-feira (5/4), no auditório do Parque Tecnológico da universidade, às 11h, um vasto plano para institucionalizar e incrementar a sua cooperação técnica, aprimorando ações que fazem parte da história de colaboração entre as duas instituições. Com objetivo de criar ações em conjunto e aprimorar as diversas já existentes, grupos de trabalho atuarão em oito eixos temáticos, dedicados a pensar e intervir em questões que vão do patrimônio histórico do Rio de Janeiro ao desenvolvimento de novas vacinas e pesquisas de ponta na área da saúde.Local
Auditório do Parque Tecnológico da UFRJ (Rua Paulo Emídio Barbosa 485, Cidade Universitária (Ilha do Fundão), ao lado do restaurante Couve-Flor

Tecnologia do diagnóstico ao tratamento de câncer


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  3 de abril de 2017
NOTÍCIAS
Tecnologia do diagnóstico ao tratamento de câncer
A forma utilizada vai depender das condições gerais da saúde do paciente, da localização e do tipo de tumor e do tipo de quimioterápico – alguns ...
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Idec pede explicações sobre Operação Carne Fraca ao governo
Em relação a essas empresas, de acordo com a Senacon, não existe, até o momento, qualquer documento que indique risco à segurança e à saúde ...
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Cientista brasileira anuncia nova geração de bactericida contra salmonela, micoses, dermatites, fungos e mofo


Efeito dura por até 60 dias em roupas, tábuas de carne, capacetes, automóveis, tênis, quartos de bebês e consultórios médicos e dentários

Startup voltada ao desenvolvimento de produtos químicos inovadores e ambientalmente amistosos, a Aya Tech está lançando um novo desodorizador antimicrobiano em versões aerossol de 150 ml e frascos de 5 a 100 litros. Diferente de tudo que há no mercado, o Aya Tech Microbac é um fungicida e bactericida multifuncional de muito longa duração, esterilizando por 60 dias desde roupas até consultórios médicos e dentários, cozinhas, brinquedos ou quartos de bebês, além de tirar ou evitar mau cheiro em tênis, roupas e até capacetes.
 
As áreas de aplicação do Microbac são tão amplas quanto os microorganismos que combate - vão da Salmonela ao Trichophyton mentagrophytes (causador de pé de atleta, micoses e dermatites), passando pela bactéria Staphylococcus aureus - responsável por infecção hospitalar e alimentar, nasofaringite, gastroenterite e pneumonia - e por fungos que formam mofo e bolor, entre diversos outros. Além do espectro de uso e do prazo em que se mantém ativo, outra diferença notável em relação aos produtos convencionais é a tecnologia não migrante do Microbac - ou seja, mesmo quando aplicado em roupas, o produto não vai para a pele ou para o ambiente.

"O segredo está no princípio ativo e na tecnologia de aderência que criamos", diz a cientista Fernanda Checchinato, CEO da empresa. "Cada partícula do Microbac tem menos de 100 mícrons, algo tão pequeno que só dá para ver em microscópio eletrônico. Com isso, a aderência se dá em nível atômico, e o princípio ataca o microorganismo de igual para igual", conta ela. Para se ter noção de tamanho, Fernanda sugere um exercício de imaginação: com uma caneta, faça o menor ponto que puder em um papel e, então, divida esse ponto em dez fatias iguais. Uma partícula do Microbac é menor que uma dessas fatias.
 
A aplicação do bio-desodorizador bactericida se dá em quaisquer superfícies às quais ele possa aderir. No caso do spray, basta aspergir nos calçados, brinquedos, roupas, livros ou outros materiais. Já o Microbac líquido é aplicado diretamente sobre superfícies maiores ou colocado na área de amaciante da máquina de lavar para "blindar" roupas, luvas, avental clínico ou mesmo lençóis, fronhas e cobertores. "Além de bactérias, ele destrói os fungos que alimentam os ácaros", conta Fernanda, "dizimando esses causadores de alergias e outras doenças."

Xô, chulé 
O mau cheiro que por vezes acomete sapatos, roupas e acessórios como luvas e capacete de moto ou bike é ocasionado por bactérias que se alimentam de micropartículas de pele. A aplicação de Microbac nessas peças tem efeito imediato e acaba com o odor por até 60 dias ou 50 lavagens das peças. Um dos casos extremos é o dos capacetes, para os quais até agora só existiam métodos caros e demorados de limpeza que, ainda assim, nem sempre tiram o cheiro. Roupas usadas em academia ou treinos, que muitas vezes exalam mau cheiro logo à primeira gota de suor, são também "blindadas" com o uso do produto, bem como roupas de couro e até barracas de camping, dois produtos comumente atacados por fungos.
Outra aplicação testada e comprovada se dá em armários que costumam desenvolver mofo, além de poltronas, camas e cortinas, tanto de casa quanto de clínicas e hospitais. O mesmo vale para automóveis e outros ambientes fechados com odores desagradáveis.
 
Como o solvente usado no Microbac é à base de água, ele não é agressivo ao meio-ambiente ou a humanos. A eficácia do produto, no combate a fungos e bactérias, é superior a 99% - e foi comprovada em dezenas de testes realizados em laboratórios no Brasil e no Exterior, além de contar com aprovação na Anvisa.
Desenvolvimento
Doutora em Ciência e Engenharia de Materiais, com pesquisas e profundo conhecimento na área de nanotecnologia, a engenheira química Fernanda Checchinato investiu cinco anos no desenvolvimento do Microbac e de tecnologias ligadas a seu uso prático, além de testes laboratoriais e de campo. Formada na Universidade Federal de Santa Catarina e com doutorado no Laboratório CNRS da Universidade de Lyon, França, de onde já saíram 3 ganhadores do Nobel, Fernanda desenvolveu pesquisas científicas, ainda, na Japan International Cooperation Agency. Foram estas pesquisas que deram base à criação do Microbac, uma solução antimicrobiana baseada em nanotecnologia e com princípio ativo de polímeros de silicone funcional quaternizado. Mais informações em www.aya-tech.com.br

Judicialização da saúde no Brasil prejudica tratamento de doenças raras

   
O Brasil está muito atrasado na incorporação de medicamentos para doenças raras no Sistema Único de Saúde (SUS)
 
Segundo dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), há cerca de 13 milhões de brasileiros com algum tipo de doença rara. Essas enfermidades podem não só levar os pacientes a uma verdadeira jornada até conseguir um diagnóstico correto e conclusivo, como também trazem dificuldades em obter um tratamento adequado. Em alguns casos, é preciso recorrer a batalhas judiciais para conseguir acesso aos medicamentos necessários.

O presidente da Associação Brasileira de Paramiloidose, Fabio Figueiredo, recorreu à justiça para garantir o medicamento que interrompe a progressão da doença chamada Amiloidose Hereditária (PAF) - que é genética, neurodegenerativa e pouco conhecida no Brasil. De origem portuguesa, a enfermidade não tem cura e causa a perda progressiva dos movimentos, insensibilidade no corpo e atrofia muscular. Os distúrbios, que são caracterizados pelo comprometimento dos nervos sensoriais e motores, são causados por uma mutação que ocorre em uma proteína do corpo chamada Transtirretina (TTR), produzida, sobretudo, pelo fígado. Essas estruturas anormais, em vez de fluírem pelo plasma sanguíneo, se depositam em órgãos do corpo, prejudicando seu funcionamento A enfermidade ocasiona transtornos no sistema nervoso, comprometendo rins, nervos, coração e eventualmente o sistema nervoso central. Estima-se que essa condição atinja cerca de cinco mil brasileiros, sendo o Brasil uma das nações com a maior incidência de pacientes.

O Tafamidis (Vyndaqel) é o primeiro medicamento aprovado no mundo para o tratamento da doença. Seu mecanismo de ação é impedir que a proteína (TTR) se desdobre e se acumule em tecidos e órgãos, desacelerando o desenvolvimento da doença. Em novembro de 2016, a medicação foi registrada na Anvisa e recentemente teve sua comercialização liberada no Brasil.

“Todos temos, assegurado pela Constituição, direito a uma saúde adequada e de qualidade, inclusive as pessoas afetadas pelas doenças raras que, muitas vezes, não possuem condições de arcar com medicamentos e tratamentos caríssimos. No entanto, o que ocorre é que os poderes legislativos e executivos não estabelecem políticas públicas de saúde para pacientes que estão nessa situação”, afirma o presidente.

O Brasil está muito atrasado na incorporação de medicamentos para doenças raras no Sistema Único de Saúde (SUS), acarretando um gasto muito maior para os cofres públicos - que acabam oferecendo medicações de alto custo e fora da lista do SUS a pacientes que precisam recorrer à Justiça para obtê-las. As drogas para tratamento da Hepatite C, por exemplo, que constam no SUS, gerou uma economia de 85% ao governo.
“O teste para detectar se há presença do gene mutante da Amiloidose Hereditária (PAF) é realizado em poucos lugares no Brasil, obrigando muitas vezes os pacientes a se deslocarem por milhares de quilômetros para ter o diagnóstico definitivo - além do elevado custo caso seja realizado em laboratórios particulares”, explica.
Esse exame, inclusive, já consta no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que regula a cobertura dos planos de saúde. "O diagnóstico precoce é muito importante para evitar grandes sequelas. É ótimo saber que hoje em dia existe tratamento, apesar de muito caro. Há 10 anos, a única opção para prolongar a vida era o transplante de fígado", finaliza o dentista Bruno Martinelli, também portador da doença.

Nota do editor 


Li duas vezes sua matéria e não consegui concatenar o título com o conteúdo. A manchete acusa que a judicialização prejudica, mas o presidente processou o SUS para conseguir o remédio e no decorrer do texto apenas a citação de que o SUS não trata doenças raras, sim, ele não trata e não fornece medicamentos para doenças às vezes simples, como epilepsia nos postos de saúde dos municípios. Até o HIV chega faltar no decorrer do ano. Ora a judicialização até pouco os juízes não aceitavam processos nem de crianças que precisam de remédios caros e importados, aqui em MG, no Tribunal Federal, ouvi isso de advogada da Defensoria Federal.
Então a judicialização não é o meio, é o fim, por estar na Constituição e o governo deixar de cumprir. Acredito somente a Lei é que poderia solucionar isso e maneiras de executar essa lei. Pois, todos sabem no Brasil há lei para tudo que estão em desuso e aquelas que são feitas e nunca são usadas.

Aqui por exemplo, o Estado de Minas Gerais, tem um governador sacana e insensível que mesmo processado, não compra o medicamento e nem dá satisfação para as pessoas e a sociedade, silêncio sepulcral, ou seja, aguarda os pacientes morrerem, desculpem a rudeza e crueza do fato.



Silva Jardim (RJ) investiga morte após vacina contra febre amarela


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  3 de abril de 2017
NOTÍCIAS
Silva Jardim (RJ) investiga morte após vacina contra febre amarela
Segundo a Secretaria de Saúde do município, nos últimos dias, ele teve complicações após ser imunizado e chegou a ser internado no Centro de ...
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Saiba como prevenir a erisipela, a infecção que atingiu a blogueira Gabriela Pugliesi
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Brasil classificado para a Copa da Rússia e o doping e agora o terrorismo, como fica?

Artigo

A guarra da Síria, o Estado Islâmico começa a se vingar da Rússia em atentados, as drogas que rolaram nas Olimpíadas e tiram a Rússia da competição, como a Fifa vai rever tudo isso para o encontro de várias nações na Copa da Rússia


Com a classificação da seleção brasileira para a Copa de 2018 comecei a pensar nas Olimpíadas e no vergonhoso processo que o COI-Comitê Olímpico Internacional promoveu contra a Rússia após vários atletas serem flagrados no doping. Hoje deparamos com o ataque, provavelmente, terrorista de estação de de metrô e com notícias de bomba em outra estação que foi desativada.
Primeiro país a se classificar
A Rússia como todos sabem é aliada da Síria. No ano passado bombardeou constantemente as cidades que os guerrilheiros do Estado Islâmico - EI - havia conquistado e praticamente destroçou várias cidades e as deixou em escombros como Palmira, entre a mais conhecida. O alvo foi de "militares" a civis, entre eles, crianças e idosos e mulheres com filhos.

O ódio, a raiva e sentimento de vingança se misturam entre os guerrilheiros que atuam como terroristas pelo mundo afora e se confundem entre as organizações como a Al Qaeda e outras que utilizam até crianças. Hoje(03/04/17), saiu a notícia de desarmaram uma bomba colocada na cintura de menino de apenas 7 anos de idade. Extrema covardia e desespero desses terroristas que usam o seu Deus, Alá e Maomé, para justificarem essa carnificina, que humilha a Europa como: França, 

Inglaterra, Espanha e outros países e agora a Rússia, talvez, sem pilhéria, por merecimento devido aos seus atos impensados onde Vladimir Putin, parece que eterno mandatário numa Rússia que se pensava democratizada. Autoriza e solta bomba atrás de bomba na cabeça de culpados e inocentes.
Portanto,  a Fifa com tempo hábil, 14 meses até ocorrer a reunião das 20 seleções de vários países para a disputar os jogos da Copa da Rússia. Será que nesse tempo "elástico", mas para o confronto bélico na Síria, não seria tão elástico, dado que o conflito vai para o sétimo ano e nem a ONU-Organizações das Nações Unidas, que tinha como dever oferecer solução, mediante a intervenção de vários países, não consegue parar esse conflito bélico, guerra civil que agora extrapolou fronteiras e envolve Túrquia, Líbano, China - indiretamente - entre outros países, como USA que entrou e ficou acuado após bombardear um Hospital e matar pacientes e médicos Sem Fronteiras - que doam sem tempo para causas humanitárias, mundo afora-.

As drogas lícitas que atletas não podem tomar para aumentar o rendimento terão que ser monitoradas nos jogadores de futebol também, ainda mais nos atletas russos. Não pode ser apenas o teste de urina antes da partida ou depois, escolhido um atleta. Deve ser para todos, antes de 30 ou 60 dias da competição e se constatar a exclusão do atleta como foi na Olimpíadas. 

A Fifa não pode de modo algum permitir o consumo de drogas no esporte que "encanta" mundialmente e circula bilhões e bilhões de dólares. Não pode jogadores sérios, competentes, serem vencidos por drogas que aumentem a capacidade cardio-respiratória, explosão muscular e agilidade. Isso pode mudar resultados e confundir as equipes.
A Força Aérea da Rússia é atualmente a mais presente no combate ao Estado Islâmico na Síria (Divulgação)
O caça russo Su-34 despejaram toneladas de bomba no Estado Slâmico

É cedo, talvez alarmista, pensar nisso. Como é precaução resolver o conflito da Síria o mais rápido possível para talvez abrandar a vingança dos terroristas que não vai parar em cima da Rússia e pode estar já com plano para detonar a Copa do Mundo da Rússia e derramar lo sangue de inocentes como fez hoje(03/04) e, também de jogadores de futebol, atletas que ficaram milionários jogando futebol e que estão a serviço de seus países e apresentam aquilo que se dedicaram a vida toda, a arte do futebol, o congraçamento dos povos de língua diferente, na arte e habilidade de jogar bola, esporte que apaixonou o planeta.

Resultado de imagem para foto do atentado no metro hoje
imagens inéditas do atentado ao metro na Rússia hoje
Poderíamos aqui apresentar extensa pesquisa de atentados terroristas dos últimos anos e da década de 70 para cá, mas seria enfadonho e relembrar tristeza e derrota, sangue e violência gratuita que hoje se faz pelo mundo. Não devemos esquecer, porém, que o terrorismo ocorre de mãos dupla, quando os dirigentes não sabem governar com a sensibilidade do seu concidadães, não houve a voz das ruas, o sofrimento das pessoas, as suas necessidades, e não planeja a paz, acima de tudo, e a prosperidade.


Marcelo Santos - MTb 16,539 SP/SP

5 SINAIS PARA SABER SE SEU PET ESTÁ COM DOENÇA RENAL

Doenças renais são comuns em cães e gatos idosos (em torno dos 7 anos) sendo que qualquer desvio de qualquer uma das funções nos rins caracteriza um estado de insuficiência renal, que pode ser classificada em aguda ou crônica.
No primeiro caso, os rins podem parar de funcionar de maneira rápida, porém temporária, podendo voltar ao funcionamento após algumas semanas. Já a insuficiência renal crônica é a mais comum e acomete de 0,5% a 7% dos cães e de 1,6% a 20% dos gatos.
Veja os principais sintomas das doenças renais no infográfico abaixo, desenvolvido pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do SINDAN.

Dia Nacional do Braille: Laramara defende a importância da alfabetização no Brasil

Instituição é a única produtora de máquinas de escrever em Braille na América Latina e se mantém como referência no apoio à alfabetização de pessoas com deficiência visual no país.
Pontos em altorrelevo no papel traduzem o sentimento das pessoas com deficiência visual em descobrir um universo chamado conhecimento. Quando foi inventado no século XIX pelo jovem francês Louis Braille, o sistema braille quebrou estigmas sociais de que um cego jamais conseguiria ler ou escrever. No Brasil, a homenagem ao método de alfabetização, acontece em 8 de abril, quando é comemorado o Dia Nacional do Braille. 
Em meio ao pioneirismo do país em ser o único da América Latina a produzir a máquina de escrever em braille, tecnologia nacionalizada pela Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, difundir o sistema ainda é um desafio a ser vencido, pois ele deixou de receber as devidas atenções após o surgimento de novas tecnologias, como audiolivros e outras evoluções, principalmente na área da informática. 
De acordo com a pedagoga especializada da Laramara, Maria da Graça Corsi, a falta de acesso à educação, limitou o processo de desenvolvimento e aprendizagem. “O Brasil sempre foi exemplo no que se refere ao braille. O método foi criado em 1825 e já na década de 1850 era introduzido no país. Devemos reforçar que o sistema não está obsoleto; ele é atemporal e merece ser valorizado, pois a combinação sistemática de pontos, oferece acesso à leitura e escrita para as pessoas com deficiência visual”, explica. 
Segundo dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - existem mais de 6,5 milhões de brasileiros com baixa visão e cegueira ávidos por informação e aprendizado. Sem o conhecimento do sistema, por exemplo, não é possível compreender a ortografia, os números, a simbologia aritmética, a fonética ou a musicografia. “Com o acesso à educação, podemos desenvolver senso crítico sobre o mundo e exercer a cidadania para melhor participação em todas as esferas sociais”, reforça Maria da Graça. 
Para empoderar e garantir a inclusão das pessoas com deficiência visual, desde 2004, a Laramara começou a produzir a máquina de escrever em braille, por meio de uma parceria com escolas SENAI, transformando o Brasil no único país da América Latina a oferecer essa tecnologia. De todos os equipamentos com selo brasileiro, mais de 7.000 crianças e jovens receberam o recurso gratuitamente, graças às doações de empresas e contribuintes. 
O gestor de projetos e parcerias da instituição, Cristiano Gomes, explica que a nacionalização da máquina representa um dos maiores avanços desde a chegada do braille ao país. “Nosso maior desafio é garantir que o equipamento assista a todos os usuários com deficiência visual, mas para isso, dependemos do apoio financeiro da iniciativa público-privada para aumentar nossa linha de produção”, ressalta. 
Sobre Método Braille:O Braille é constituído por 64 sinais em relevo e podem ser lidos por meio do tato. Desta forma, é possível escrever letras, incluindo sinais de pontuação, matemáticos e outros. Cada ponto da cela recebe um número de identificação de 1 a 6, iniciando no primeiro ponto superior à esquerda, e terminando no último ponto inferior à direita, no sentido vertical. O método pode ser lido da esquerda para a direita, preferencialmente com as duas mãos. Com a prática, algumas pessoas podem ler até 200 palavras em apenas um minuto. 

Dra. Chin Du 48 anos de Medicina Tradicional Chinesa, fala sobre a Acupuntura para a saúde


Assim funciona a acupuntura com os meridianos que seria a linha longa que percorre o corpo e os pontos seriam as paradas do ônibus.

Dra. Chin Du ou mestra é inscrita no CRMC com o número 83016. Nesta entrevista ao Jornal de Saúde, exclusiva ela conta sua trajetória na China até o Brasil e fala sobre sua experiência e o que a Acupuntura milenar de 5 mil anos na China, em Beijing ex- Pequim, faz para a saúde das pessoas que ela já tratou. Somente no mês de abril, segundo atendeu mais de 841 pessoas.

Ela relembra que começou a estudar medicina na China, (एम् बीजिं) quando tinha 18 anos de idade e ficou oito anos aprendendo. Ao concluir o curso ela começou a trabalhar na Cruz Vermelha, que instituição que promove a saúde internacionalmente, se destacou na Segunda Guerra Mundial, onde atendia tanto "inimigos quanto amigos". Por isso, até hoje em conflitos possui livre trânsito. Na Cruz Vermelha ela conheceu vários países e sempre trabalhando como médica.

A sua permanência no Brasil se faz devido ela conhecer e casar com brasileiro e aqui fixou residência, família e carreira. Ela lembra que com 68 anos e 48 anos de profissão de Medicina Tradicional Chinesa, a prática, o tocar no corpo, o sentir o corpo é que lhe dá a segurança de exercer sua profissão e de que as pessoas também saiam sem dor.

Ela explica com exemplos devido seu português não ser fluente. O exemplo que ela procura passar sobre a acupuntura e como ela funciona é do ônibus e seus pontos, ou seja, o intinerário do ônibus que sai do ponto inicial e vai ao final, ou retorna, precisa parar em vários pontos e pegar e deixar passageiros.

Assim funciona a acupuntura com os meridianos que seria a linha longa que percorre o corpo e os pontos seriam as paradas do ônibus.
Mas, o que ela deixa bem esclarecido é que a acupuntura é como a luz, é energia que flui de todos os lados, a pressão do ar, o ar, a natureza: madeira, metal, fogo, água e ar tudo flui e compõe tanto o homem como o universo, o cosmo. Assim o homem e a mulher quando tratado com acupuntura recebem essa luz, essa energia.

Ela exemplifica, a pessoa chega aqui com dor. Essa dor pode ser na cabeça, na coluna, cervical, dorsal e podemos tratar a dor. No entanto, precisamos saber como se originou essa dor e sei que se tratar o coração a dor de cabeça pode melhorar, sei ainda se tratar o fígado, também vai melhorar a dor de cabeça.

Então, não é como se faz em muitos casos e tratamentos convencionais. Trata-se a dor e a pessoa melhora e depois volta com a mesma dor ou outro tipo de dor. É preciso tratar o que originou a dor e para isso é preciso o corpo, conhecer e entender o corpo da pessoa, cada um é um corpo. Por exemplo, a pressão que o ar exerce sobre os seres, maior nos seres humanos, isso altera a pressão do coração, quer dizer a tal da pressão alta, baixa. É isso que precisamos tratar, o coração, o fígado, os rins, os vasos linfáticos e retirar o sangue ruim, o sangue grosso e na acupuntura temos como fazer isso e a saúde da pessoa melhora.

A acupuntura tradicional é simples, ela defende o método tradicional, mesmo, meridiano, ponto e agulha. A moxabustão ela usa, mas recomenda que precisa de muito conhecimento, ela mesma, se considera ainda aprendiz de muita coisa.

Por exemplo, o pulso chinês, como é chamado, saber como o coração, fígado, pulmão, rins e outros órgãos e glândulas vitais estão, através do batimento se fraco com problema, se forte bom, mas se muito forte, com problema, se a linha é contínua, se interrompida. Ela sorri e diz que ainda está aprendendo e muito.

É diferente da medicina de exames que hoje o mundo se rendeu. Tudo é feito por máquinas e sai no papel. Ela não critica e fala que é muito bom, mas insiste, que não tem corpo. Muitos dos exames saem tudo positivo e a pessoa continua indisposta, continua com dor e saca outro exemplo, rapidamente, bem diferente do que estava falando. "O câncer não tem dor e quando ele chega, geralmente a pessoa, não tem muitos anos de vida mais". Os exames não detectaram. Com isso, ela pensa na prevenção e na eficácia do tratamento com a Medicina Tradicional Chinesa que além de acupuntura tem as ervas tradicionais, chinesa.

A dra e mestra Chin Du, lembra que além da acupuntura sistêmica como é chamada no Brasil, há ainda a Auriculoterapia, a acupuntura de mão e até nos pés, não muito usada devido ser mais dolorida. Ela comenta que quando usado todos esses recursos na acupuntura o resultado é muito mais rápido para vários males.

Ela deve deixar poucos discípulos. Quando perguntada sobre os cursos e os discípulos, visto que em breve ela se aposenta definitivamente. Ela sorri e comenta mais uma vez que seu português não é bom e há muitas palavras que não conseguiria passar para os alunos. Também seria muito teórico e "gosto mais de trabalhar na prática, como disse, com o corpo ai sim estou sentindo e consigo curar a pessoa".

A acupuntura é milenar e existe há mais de 5 mil anos não por acaso. Ela aponta que são 360 pontos e o ano tem 360 dias. São mais 12 meridianos e temos 12 meses para se formar um ano. Então há comprovação até matematicamente dos estudos da acupuntura e sua eficácia como a ordenação do universo.

Marcelo Santos - jornalista - MTb 16,539 SP/SP

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Leia mais sobre sua saúde: Médicos acreditam que cura do HIV virá até 2020 e muitos mais

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