sexta-feira, 12 de maio de 2017

Hackers atacam sistemas de empresas em 74 países


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  12 de maio de 2017
NOTÍCIAS
Dourados-MS, Sexta-feira, 12 de Maio de 2017
Saúde Pública do município de Jateí adquiriu dois novos veículos e um moderno aparelho de Eletrocardiograma (ECG). Uma conquista do prefeito ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Patrícia Poeta fala sobre carreira, filho adolescente e perda de peso
No “Fantástico” e no “Jornal Nacional”, não tinha essa grande preocupação em pensar o look, ... Foi uma questão de saúde mesmo, e aprendi muito.
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Governo declara fim de emergência nacional pelo vírus Zika
O Ministério da Saúde declarou nesta quinta-feira (11) o fim da emergência nacional decretada em novembro de 2015 devido ao vírus Zika e sua ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Hackers atacam sistemas de empresas em 74 países
... de segurança cibernética 21sec y Check-point ao jornal "El País". No Reino Unido, o vírus fez entrar em colapso o Serviço Nacional de Saúde.
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Reunião na Secretaria de Saúde serviu para detalhar a liberação de verba para obras em hospital
O prefeito de Caarapó, Mário Valério (PR), participou de reunião, na última terça-feira (9), no setor de convênios da Secretaria de Saúde de Mato ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Novo Hamburgo Geriatra fala sobre envelhecimento e longevidade em palestra gratuita
... bem informado, rico e com tão boa saúde”, explica, antecipando que esta geração viverá uma velhice de forma diferente dos que a antecederam.
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante

Dia Nacional de Combate à Infecção Hospitalar (15 de Maio) reforça importância de evitar prescrição de antibióticos desnecessariamente


Resistência a medicamentos é uma grande ameaça à saúde e demanda soluções de diagnóstico rápido que apoiem a decisão médica nos tratamentos

SÃO PAULO, MAIO de 2017 – Certa empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, possui uma ampla experiência em microbiologia e testes de susceptibilidade voltados a combater a resistência aos antibióticos. Dentre os desafios da tecnologia de diagnóstico rápido estão reduzir o risco de infecções hospitalares, conter rapidamente a propagação de microrganismos resistentes a múltiplos fármacos (MDROs) e apoiar a tomada de decisão da equipe médica.

Infecção hospitalar é qualquer tipo de infecção contraída pelo paciente dentro do hospital, ou mesmo depois da alta. Uma visão mais recente da Infecção Hospitalar substitui o termo por Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IrAS), que é bem mais abrangente. Inclui infecções relacionadas a procedimentos ambulatoriais, cuidados em domicílio e até as adquiridas por profissionais da saúde durante o desempenho de suas funções.
As infecções relacionadas a Assistência a Saúde (IrAS), principalmente as adquiridas no ambiente hospitalar, estão entre as principais causas de morbidade e de mortalidade e, consequentemente, da elevação de custo para o tratamento do doente. Parte considerável das infecções hospitalares poderiam ser evitadas com a aplicação de medidas de prevenção baseadas em conhecimento técnico adequado e apoio administrativo.
Hoje, um dos maiores desafios encontrados para o controle da infecção hospitalar é impedir o crescente surgimento e propagação de microrganismos resistentes a múltiplos fármacos (MDROs) e a falta de novos antibióticos. Os profissionais de saúde precisam de ferramentas eficazes e de resultados confiáveis para enfrentar o desafio da resistência todos os dias.
Decisão rápida – Dentre os testes rápidos estudados pelo laboratório francês, no Brasil e que podem ajudar a equipe médica a tomar a decisão certa para o tratamento com antibióticos está o biomarcador de procalcitonina (PCT).

A PCT é uma substância que não é encontrada no sangue de uma pessoa saudável. Ela é liberada por diversos órgãos quando há infecção bacteriana. Quanto maior a presença de PCT no plasma sanguíneo, maior a gravidade da infecção bacteriana.


É realizado em apenas 20 minutos, por meio de amostra de sangue, sendo possível obter os primeiros resultados que são decisivos para que o paciente com sepse receba o tratamento adequado nesse curto período de tempo.
Dosagens de procalcitonina podem ajudar no diagnóstico precoce e no estabelecimento do prognóstico, na avaliação clínica e na orientação do tratamento, e ainda diminuir a incidência de bactérias multirresistentes a antibióticos nos hospitais, as chamadas superbactérias.

Estudos têm mostrado também que o investimento para medir a PCT de forma frequente é muito baixo e compensa a possibilidade de redução expressiva nos custos com antibióticos e UTI.

O diagnóstico precoce da Sepse e o tratamento apropriado fazem a diferença. Um paciente que recebe a terapia antimicrobiana adequada na primeira hora de diagnóstico tem 80% de chance de sobreviver. Essa chance diminui 7,6% a cada hora que passa sem a terapia antimicrobiana. Se ao contrário, o paciente receber a terapia inadequada, ele tem cinco vezes mais chances de morrer, segundo os especialistas.

Informações de agência de notícias e/ou Assessoria de imprensa.

A face penal da judicialização da saúde



Ana Paula de Souza Cury, advogada especializada em Direito Médico e 

Maria Luiza Gorga, advogada criminal

Geralmente, quando o Direito entra na seara da Medicina, é para colocar profissionais no banco dos réus – seja penal ou civilmente. Dificilmente, contudo, esses profissionais são os autores das demandas. Essa situação, que parece ser normal se pensarmos que a Medicina é uma profissão que lida com a vida e, não sendo ciência exata, possui inúmeros riscos e variáveis, não reflete a realidade do cotidiano de médicos e enfermeiros. Isso porque, conforme desnudado em pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo, 3 em cada 4 médicos já sofreram algum tipo de violência no ambiente de trabalho, desde violência verbal, passando por agressões psicológicas, e culminando até mesmo em agressões físicas, sendo que um dos levantamentos apontou que 1 em cada 5 profissionais relatou esse tipo de violência.

Tais agressões são perpetradas por pacientes e seus acompanhantes, geralmente – mas não exclusivamente, cabe frisar – no âmbito do Sistema Único de Saúde, e na maior parte das vezes não são relatadas pelos profissionais vitimados.

A ocorrência de agressões evidencia uma má relação médico-paciente, o que prejudica não apenas os profissionais, como os próprios pacientes que devem ser atendidos, já que estes acabam portando-se de forma que impacta negativamente seu tratamento, seja não conversando satisfatoriamente com os profissionais, seja deixando de atender a recomendações médicas.

As narrativas apontam que a má qualidade do atendimento – com longas filas, consultas de curta duração, e médicos muitas vezes despreparados para o lado humano da medicina – aliada à própria situação de estresse a que pacientes estão submetidos acaba levando muitos deles a exacerbarem os limites de uma conduta socialmente aceitável, adentrando inclusive a seara do direito penal, com ofensas, ameaças e até lesões corporais. Para piorar a situação, deve-se compreender que tais fatos ocorrem numa infraestrutura em estado de abandono. O ambiente sem condições de atendimento pleno à saúde público é a ignição para o clima de agressão no setor.

Tais fatos, contudo, não servem de escusa para a prática das agressões. O profissional que for vitimado por qualquer forma de violência pode e deve buscar a proteção não somente da Instituição em que trabalha, como também do Estado.

Aos hospitais e postos de saúde cabe criar e manter canais de denúncia, centros de acolhimento aos profissionais, e melhora na segurança, atuando de maneira firme contra pacientes e acompanhantes agressores, bem como proporcionando atendimento psicológico àquele que foi vitimado.

Já ao Estado, cabe atuar mediante a provocação do profissional vitimado, que pode procurar a Justiça tanto na esfera cível quanto criminal. De um lado, tem como ferramentas a ação de indenização por danos morais e materiais, e de outro há a possibilidade de responsabilização penal dos agressores por crimes como difamação, injúria, ameaça, e lesões corporais – questões que, em hipótese de condenação, também auxiliam a busca de compensação na esfera civil.

Caso as Instituições não atuem de forma adequada na proteção e acolhimento dos profissionais que lá trabalham, também podem ver-se no polo passivo de demandas de cunho civil e até mesmo trabalhista, de forma que não devem deixar somente ao profissional a responsabilidade por fazer valer seus direitos e por ser respeitado. Por conta disso, não é incomum médicos e profissionais de saúde, ao ingressarem nos plantões, iniciarem a jornada formalizando reclamações e até mesmo boletins de ocorrência perante as más condições para o exercício profissional.  E lá ficando por uma simples razão: se não fizerem o mínimo, ninguém cuidará da população.

A situação como um todo é um ponto ainda pouco evidenciado da tensa relação médico-paciente em geral, e a relação desgastada que existe em locais que contam com poucos médicos e leitos em particular, a qual merece a atenção de profissionais da saúde, de gestão, e do Direito.

Levantamento do Ministério da Saúde apresenta mudança no perfil das mulheres que se tornam mães

MÃES NÃO SÃO TODAS IGUAIS

A incidência de gravidez após os 40 anos cresceu cerca de 30% nos últimos 17 anos

O desejo da maternidade acompanha muitas mulheres ao longo da vida. Existem mães de tod
os os estilos e idades. Mas, um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde aponta que a gravidez tardia está se tornando uma característica da sociedade contemporânea. O número de mães após os 40 anos cresceu 27% entre os anos 2000 e 2016, conforme dados do levantamento do Sinasc (Sistema de Informações de Nascidos Vivos), que contempla as redes pública e privada.



O estudo mostra que em quase duas décadas o número de mulheres que tiveram filhos depois dos 40 anos saltou de 60.469 para 77.138. Esse novo perfil de maternidade reflete a consolidação do papel da mulher na sociedade e a sua busca pelo empoderamento. “As mulheres têm se posicionado para o que realmente querem e isso reflete no processo de formação das famílias. Elas têm se casado mais tarde, buscam a ascensão profissional, a independência financeira e não hesitam ao processo de divórcio, se essa for a alternativa para encontrar a felicidade”, analisa Marcos Sampaio, especialista em Reprodução Humana, membro da equipe médica da Clínica Origen.

A vida corrida e a realização profissional foram alguns dos fatores que levaram a psicóloga Fabiana Malta a adiar o desejo da gravidez. Aos 40 anos, vivendo um momento tranquilo na vida pessoal e na carreira, ela e o marido decidiram que era a hora de realizar o sonho da maternidade, mas tiveram o diagnóstico de que precisariam de auxílio médico. “Quando iniciamos os exames preparatórios para a gestação descobri que não poderíamos ter filhos pelo método convencional, pois tinha obstruções nas duas trompas”, conta Fabiana.

Com o diagnóstico em mãos, eles encontraram na medicina reprodutiva um caminho possível para a realização do seu projeto. “Optamos pela Fertilização In Vitro e, após algumas tentativas, veio o resultado de gravidez”, afirma. O pequeno Pedro, hoje com 5 anos, chegou para coroar o sonho de seus pais. Mas, não seria o único. “Dois anos após a chegada do Pedro decidimos que tentaríamos mais uma vez. Estava preparada para iniciar o procedimento de implantação dos óvulos que eu havia congelado anos antes. Quando realizei o ultrassom para avaliar a cavidade uterina, descobri que estava grávida de seis semanas”, relembra Fabiana, que recebeu a notícia um dia depois do Dia das Mães e logo estaria com Nina (3 anos) em seus braços.

A formação da família mudou radicalmente a vida de Fabiana. Para poder passar mais tempo com os filhos e cuidar pessoalmente de sua educação, a mãe mudou de carreira, cursou magistério e hoje é professora infantil de uma escola de ensino canadense, a mesma em que as crianças estudam. “O apoio do meu marido foi fundamental. Nós sempre quisemos muito uma família e fomos agraciados com a vinda do Pedro e da Nina. Os sonhos começam no coração e você  tem que lutar pelo que deseja, seja um filho, uma carreira ou um projeto pessoal. A alegria de ter eles não têm preço e eu passaria por tudo de novo”, revela emocionada.

Tendência quebra mitos
Durante muito tempo, a gravidez tardia era cercada por preconceitos que amedrontavam as mulheres. O senso comum dizia que a gestação de mulheres mais velhas apresentava riscos para ela e para o bebê, aumentava a incidência de síndromes e mortes durante o parto. Além de dar as gestantes o título pejorativo de “Mãe-vó”.

Segundo o Dr. Marcos Sampaio, especialista em Reprodução Humana, membro da equipe médica, esses mitos precisam ser desconstruídos. “No passado, a expectativa de vida das mulheres era de 55 anos. Hoje, é de 70. Esse patamar mudou com a adoção de hábitos de vida mais saudáveis e a gestação aos 40 se tornou ainda mais segura”, explica o Dr. Sampaio, destacando que os principais fatores de riscos de uma gestação não estão relacionados a idade. “Independentemente da idade, a gravidez precisará de cuidados especiais quando houver histórico de doenças preexistentes ou complicações, como obesidade, hipertensão e diabetes”, afirma.

O médico alerta que a principal diferença entre uma mulher de 20 e 40 na busca pela gestação é a taxa de gravidez. “Ao longo dos anos, a mulher sofre um amadurecimento ovariano. A qualidade dos óvulos diminui com o passar do tempo e impacta diretamente a taxa de gravidez, que dos 20 aos 35 anos gira entorno de 20% ao mês, e após os 40% chega à 4%”, explica.

Apesar de ser uma condição irreversível, a mulher pode buscar medidas para preservar suas chances atuais, caso decida adiar o sonho da maternidade. “A mulher que tem a perspectiva de engravidar após os 35 anos deve buscar orientação especializada sobre os recursos disponíveis para auxiliá-la no futuro, diante de alguma dificuldade. Uma opção é o congelamento de óvulos, uma técnica realizada no Brasil há cerca de 10 anos, e que preserva a qualidade atual dos óvulos para um uso posterior”, conta o Dr. Marcos Sampaio, reiterando que a medicina reprodutiva é uma importante aliada das pacientes na busca por esse objetivo. “Hoje, a medicina reprodutiva oferece várias possibilidades para a realização do sonho da maternidade, levando em consideração o histórico da mulher. O mais importante é buscar orientação especializada caso se perceba a dificuldade de engravidar”, explica.

informações de assessoria de imprensa do dr. Marcos Sampaio e outros.

Dra. Elsa Domingues: « As doenças gengivais afetam muito mais do que as gengivas e Dissecção da aorta exige muita agilidade no atendimento

Doenças
Atualização diária  12 de maio de 2017
NOTÍCIAS
As doenças que escondem as gengivas
Em referencia á noticia,pena, o sistema da segurança social nao comparticipar devidamente os tratamentos dentarios.com o preço que se paga no ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Temperatura cai, doenças respiratórias afloram
A temperatura esfriou e a atenção com as doenças respiratórias precisa ser redobrada, sobretudo com as pessoas que estão nos extremos da vida, ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
“Supermães” ajudam filhos a superar doenças e até a prisão
Todas as pessoas têm direito a descanso. Para cada tarefa, para cada profissão há o direito a folga. Ressalve-se, porém, uma exceção: as mães, ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Lavar as mãos evita doenças e preserva a saúde
O programa Cotidiano desta quinta-feira (11) conversou com a infectologista, coordenadora do Comitê de Infecções Relacionadas à Assistência em ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
PE tem primeira morte do ano relacionada à Síndrome Respiratória Aguda Grave
De acordo com a gerente de Prevenção de Doenças Imunopreveníveis da SES, Ana Antunes, a idosa sofria de comorbidade, doença crônica que ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
#MPSDAY: ato no Recife alerta para conscientização sobre as mucopolissacaridoses
Para estimular a disseminação de informação entre a sociedade sobre as doenças raras, a Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM) lançou, ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Hospitais públicos podem ser obrigados a divulgar lista de espera para exames de doenças graves
Os hospitais públicos poderão ser obrigados a divulgar a lista de espera para realização de exames que fazem parte do tratamento de doenças ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Dissecção da aorta exige muita agilidade no atendimento
Porém, jovens portadores de doenças inflamatórias da aorta, como aneurisma da aorta, válvula aórtica bicúspide e vasculites, além de pacientes com ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Secretária da Saúde confirma que Fortaleza já vive uma epidemia de chikungunya
Dengue é uma doença aguda, ela se resolve naquele momento. Com a chikungunya, na fase aguda, temos que ter a preocupação com o risco de ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Metformina apresenta fortes evidências que poderá vir a ser utilizada no tratamento do Alzheimer
Há muito tempo que o o diabetes é considerado um fator para o surgimento de doenças neurodegenerativas. Porém, o uso de metformina está ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
WEB
Cura Pela Natureza
Eles combatem doenças sem prejudicar nossa saúde. Leia e saiba ↓ ↓ ↓
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Amapá tem redução nos casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
Por: Elmano Pantoja. O Amapá registrou queda nos casos de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, no primeiro trimestre de 2017, ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Associação Europeia para Doenças Raras publica nova posição oficial acerca dos PUC
A Associação Europeia para as Doenças Raras (EURORDIS) publicou uma nova posição oficial acerca do uso compassivo,
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Dra. Elsa Domingues: « As doenças gengivais afetam muito mais do que as gengivas
Prevenir e estar atento a sintomas como sangramento e mau hálito é fundamental para detetar a tempo as doenças das gengivas e evitar assim ...
Google PlusFacebookTwitterSinalizar como irrelevante
Redução nas outras doenças
Mas as autoridades alertaram que o período de maior incidência das três doenças segue até o fim de maio e, por isso, todos os esforços de vigilância ...
Google PlusFacebookTwitter

Jornal de Saúde informa

Por que é importante se proteger contra a gripe todos os anos?

Os tipos de vírus influenza sofrem constantes mutações e, portanto, a composição da vacina muda anualmente. 1-3 A vacina tetravalent...

Jornal de Saúde