terça-feira, 23 de maio de 2017

Nove dicas para as empresas prevenirem-se contra incêndios

O fogo pode causar prejuízos inestimáveis para as empresas, sendo que algumas dessas perdas nunca serão recuperadas; prevenção é sempre a melhor escolha

São Paulo, maio de 2017 - Você já parou para pensar nos riscos relacionados a incêndios em empresas de todos os portes? Essa é uma preocupação cada vez mais frequente entre as companhias, que já tomaram consciência de que precisam estar preparadas para proteger tanto a vida dos colaboradores e moradores do entorno quanto de seu próprio ambiente e ativos.

Dados do Instituto Sprinkler Brasil mostram que, no primeiro semestre de 2015, os registros de incêndio no País aumentaram 33%; desses, 31% ocorreram em edifícios comerciais. “Atualmente, existem muitas tecnologias que podem ser utilizadas na prevenção desse tipo de sinistro”, afirma Ricardo Machado, diretor de Sistemas Especiais.

No caso de Data Centers, onde existe “alto valor” agregado em equipamentos, é comum encontrarmos sistemas de supressão por gás e também detectores “precoce” de fumaça. Certamente, são as tecnologias mais avançadas de prevenção atualmente disponíveis para este cenário. Como exemplo, temos o fluido Novec 1230.

“Trata-se de uma tecnologia que não danifica os componentes eletrônicos, mas, tão importante quanto isso, enquadra-se nas normas ambientais”, explica Machado. Segundo ele, o fluido Novec funciona integrado em um sistema de detecção que basicamente opera em três etapas: a detecção (geralmente uma dupla checagem), o alarme e a autorização para descarga do gás, ou seja, combate ao incêndio. Após a confirmação do sinistro e consolidada as regras para descarga, em dez segundos, o fluido Novec 1230 estará, em forma de gás, em todo ambiente a ser protegido atuando no combate ao fogo.
Um incêndio pode causar prejuízos inestimáveis para as empresas, sendo que algumas dessas perdas nunca serão recuperadas. A prevenção é sempre a melhor escolha”, diz o executivo.

Veja dicas do especialista para prevenção de sinistros:
- Com base nas normas e instruções técnicas disponibilizadas por órgãos reguladores, realize checagens, manutenções preventivas e corretivas nos extintores, portas corta-fogo, hidrantes, rotas de saída, sistemas de detecção de fumaça, chuveiros automáticos e sistemas de supressão por gás. Tudo deve ser muito bem, documentado, sinalizado e com uma brigada de incêndio sempre bem treinada e pronta para agir em caso de emergência;
- Não deixe produtos químicos ao seu redor. Coloque os materiais inflamáveis, como os produtos de limpeza, em recipientes próprios e identificados, longe de locais com probabilidade de surgimento de incêndio, como painéis e fiações elétricas;
- Nunca deixe os fios dos computadores embaixo de carpetes ou tapetes e procure sempre tirar da tomada os aparelhos eletrônicos que não estão sendo utilizados;
- Não abuse do plugue benjamim (T) e não faça reparos improvisados. Sempre que não souber como manusear, contate um profissional;
- Não obstrua o acesso aos corredores de passagem de emergência e escadas com objetos diversos. Os corredores precisam estar livres para serem utilizados em caso de sinistro;
- Não permita que as pessoas fumem perto de produtos inflamáveis. O ideal é criar ambientes adequados para os fumantes;
- Obedecer a sinalização de não fumar é um ato de inteligência. Fume apenas nos lugares permitidos;
- Mantenha os extintores com carga de água longe dos equipamentos energizados e tenha certeza que os extintores estejam posicionados de acordo com a classe de incêndio a ser combatido.
- Somente as pessoas treinadas devem manusear extintores. Lembre-se: os extintores de água podem fazer com que as chamas espalhem-se e, com isso, o fogo poderá tornar-se incontrolável.
Os primeiros minutos são os mais importantes no combate aos incêndios. Quanto mais as ações demorarem a serem tomadas, maiores as chances de que ele fique incontrolável.

Reforma trabalhista: a formiga virou elefante


A reforma trabalhista está na agenda do Congresso Nacional a partir de proposta encaminhada, em dezembro de 2017, pelo governo do presidente Michel Temer. Este projeto de Lei, apesar de tratar de um número bastante limitado de questões, já trazia, na primeira formulação, polêmicas que exigiam, para uma boa solução acordada, grande debate e cuidadoso processo negocial e legislativo. Nessa primeira quinzena de abril, o relator da Comissão Especial que trata do assunto, deputado Rogério Marinho, apresentou um relatório que altera substantivamente o projeto encaminhado pelo Executivo. A formiga transformou-se em elefante.

*Clemente Ganz Lúcio

O novo texto do Projeto, agora apresentado pelo relator, mexe na organização e no financiamento sindical, altera o processo de negociação, confere novos poderes aos instrumentos que celebram os acordos, cria outras atribuições para a justiça do trabalho, dá força de quitação a novos atores, reconfigura inúmeros direitos trabalhistas e procura oferecer garantias a inúmeras práticas empresariais que são combatidas pelo movimento sindical e rejeitadas pelos trabalhadores.

O projeto busca fazer uma limpeza legislativa, submetendo todo aparato institucional e legal ao mercado, garantindo às empresas condições para se adequar à competição e concorrência e à busca da rentabilidade espúria por meio de práticas de superexploração do trabalho.

A abordagem permite criar um ambiente institucional favorável a uma redução estrutural do custo do trabalho e permanente flexibilização para cenários futuros. A legislação autorizará a redução e os sindicatos terão a coluna de proteção fragilizada.

É a desregulação do trabalho, com a oferta de amparo legal a inúmeras práticas empresariais que hoje são proibidas na lei, impedidas pela interpretação da justiça ou dificultadas pela ação sindical.
Para enfrentar os conflitos existentes nas relações sociais de produção e na distribuição do resultado, as sociedades democráticas criaram sistemas de relações de trabalho para normatizar as relações de produção. Os sindicatos se firmaram como sujeitos de representação coletiva e agentes históricos voltados para tratar dos conflitos existentes na produção e distribuição da riqueza. As condições de trabalho, os contratos, os salários e os direitos passaram a ser regulados por acordos diretos entre as partes ou por uma legislação geral e específica. A combinação desses elementos constituiu os complexos e diferentes sistemas de relações de trabalho.

Em funcionamento há mais de sete décadas, baseado na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, o sistema de relações de trabalho brasileiro já passou por diversas atualizações. Em alguns momentos, negociações foram interrompidas e desvalorizadas, em outros, retomadas e fortalecidas; conflitos foram resolvidos provisoriamente e, às vezes, de maneira precária. O sistema sindical brasileiro consegue proteger boa parte da força de trabalho, mas grande contingente permanece sem proteção. Há ainda muito para ser alterado para proteger a todos no no mundo do trabalho.

Qualquer mudança, no entanto, deve ser antecedida de amplo debate entre  trabalhadores e empregadores, com participação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A construção de qualquer proposta tem que ser feita em espaço de negociação, com o desenho completo de todos os elementos do sistema de relações de trabalho, a fim de configurar um projeto que enfrente e supere os problemas identificados. As novas regras seriam a base para orientar um novo padrão de relações laborais.

É preciso que fique bem claro que o entendimento é um requerimento essencial e condição necessária para o sucesso das mudanças. Isso somente será possível se o processo de mudança for resultado de efetivo espaço de negociação, no qual a mediação social promovida pelo diálogo se oriente pelo projeto de desenvolvimento nacional que se quer perseguir.

O desenho das mudanças exige muitos exercícios que simulem resultados esperados, assim como esboços diversos de transição. Esse tipo de negociação e pactuação exige tempo, método, continuidade, assiduidade, compromisso, disponibilidade para pensar o novo, segurança para arriscar e vontade compartilhada para acertar. Demanda, fundamentalmente, desenvolver confiança no espaço de conflito, envolvimento de trabalhadores, empregadores e do Legislativo, Executivo e Judiciário.

A complementariedade entre a legislação e os acordos coletivos deve ser buscada por sindicatos fortes e representativos, capazes de firmar contratos em todos os níveis e de dar solução ágil aos conflitos, apoiados por um Estado que promova e proteja a força produtiva (empresa e trabalhadores) e melhore a distribuição dos resultados por meio do direito social e das políticas públicas. Nesse sentido, existe um campo de possibilidades para a construção de projetos de reforma, muito diferente daquilo que se apresenta hoje na agenda do debate público no Brasil.

No jogo social, as derrotas impostas no campo da regulação ampliam os conflitos, aumentam a insegurança e travam as relações. Na produção, reduzem a produtividade. No desenvolvimento do país, traz retrocessos.
É urgente mudar o rumo desse processo legislativo, a fim de evitar riscos de aumento de conflitos que travarão ainda mais o desenvolvimento do país.

*Clemente Ganz Lúcio é  Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização 



NE. O governo que representa o Estado brasileiro através do voto, deveria ter feito a Reforma tributária, política e outras. Por último a da Previdência e Trabalhista. Quando todos pagarem impostos justos, não como agora, que o pobre sofre mais com as altas taxas de impostos e a sonegação dos ricos.
Não comentam e nem estudam a Reforma Tributária devido mexer na galinha de ovos de ouro, no verso e no reverso. Por um lado a carga tributária escorcheante faz com que a CORRUPÇÃO "trabalhe e ganhe" mais com as isenções para as grandes empresas e empresários. A sonegação torna-se necessária, mas os empresários cobram do povo esse imposto, ou seja, ganham nas duas pontas. Pagam 50% menos de imposto e pagam propina e ganham na venda quando computam nos preço final todos os encargos. É desleal, desumano e vai levar o Brasil a bancarrota este sistema corrupto e perverso.

O papel das empresas na melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores


Por Dr. Élcio Pires Júnior

Muitas empresas consideram a qualidade de vida como um diferencial competitivo, afinal funcionários com bem-estar e saúde são mais produtivos e motivados. E essas companhias modernas não só incentivam hábitos saudáveis como os promovem por meio de diferentes formas e ações.

É importante considerar que os investimentos em saúde impactam diretamente nas finanças da empresa. Seja porque aumentam a produtividade, os resultados positivos e os lucros. Seja porque reduzem os custos com o sinistro do plano de saúde, faltas ou atrasos. De qualquer modo, investir na prevenção é mais barato do que custear tratamentos curativos.

Esses investimentos podem se dar de várias maneiras: com o oferecimento de um bom plano de saúde para os colaboradores e o incentivo a check ups periódicos; com a implantação da cultura do movimento (trocar elevador por escada, montar grupos de corrida e caminhada, etc.); com a disponibilização de ginástica laboral.

Além disso, também é possível oferecer convênios e parcerias com clubes e academias; implantar ações de ergonomia e realizar campanhas de conscientização (antitabagismo, de combate ao sedentarismo e à obesidade, de incentivo ao consumo de água, assim como outubro rosa e novembro azul, por exemplo).

Outro item fundamental é respeitar a carga horária da jornada de trabalho e os momentos de pausa (sejam os pequenos intervalos para esticar as pernas, o horário de almoço ou as férias). Foi-se o tempo que funcionário produtivo era o workholic, o colaborador que tem um hobby, pratica atividades físicas, se alimenta de forma equilibrada e se engaja nos projetos rende e produz muito mais.

E, por fim, não se pode ignorar o alto número de profissionais diagnosticados com estresse e depressão. Certamente muitas das ações mencionadas acima contribuem para que os funcionários não as adquiram, mas uma atenção especial a fatores como pressão exagerada, clima pesado e desmotivação podem ajudar a preveni-los. É essencial que a gestão transforme a pressão em combustível e seu foco esteja nas soluções e não nos problemas. Buscar neutralizar intrigas e não agir no calor da situação podem ajudar.

Entretanto, para o sucesso de quaisquer dessas ações é importante a adesão de funcionários de todos os níveis hierárquicos, principalmente da gestão, porque a liderança pelo exemplo é sempre a melhor saída, é o que proporciona uma mudança de hábitos e cultural efetivos.

Enfim, há inúmeros jeitos de investir na qualidade de vida dos funcionários e não é preciso, necessariamente, possuir um orçamento elevado para isso. Estruturar um bom ambiente, montar e implementar programas eficientes de saúde e bem-estar, entre outros, são algumas possibilidades. O importante é que seja possível mensurar resultados e o impacto dessas ações diretamente para as finanças da empresa e a saúde do colaborador.

Sobre o especialista: Dr. Élcio Pires Júnior é coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular e coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade 

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma ressalta gravidade da doença

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Considerada a segunda maior causa de cegueira no mundo, perdendo somente para a catarata, o glaucoma é considerado um dos distúrbios mais traiçoeiros da oftalmologia, por afetar a visão lentamente e raramente apresentar sintomas. Para ressaltar a gravidade da doença e a importância da prevenção, dia 26 de maio (sexta-feira), comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma.

“O glaucoma é uma doença causada pela lesão do nervo óptico relacionada à pressão ocular alta, onde há perda de fibras nervosas”, explica o oftalmologista Hilton Medeiros. O nervo óptico, por sua vez, é um feixe de fibras que leva a percepção visual, captada pelo olho na retina, até uma região no cérebro responsável pela formação da imagem.

Segundo o médico, o glaucoma costuma afetar pessoas acima de 35 anos. Geralmente o quadro é crônico e assintomático. “Às vezes o paciente só percebe a perda de visão quando mais de 90% das fibras já estão comprometidas. É uma doença que evolui muito rapidamente e pode causar cegueira irreversível”, esclarece o oftalmologista. Em alguns casos, a doença se manifesta subitamente e de forma aguda. Nesse caso, pode vir acompanhada de dor intensa, náuseas, vômitos, hiperemia (vermelhidão), lacrimejamento, e baixa de visão.

A doença é detectada por meio de exame clínico oftalmológico completo, com avaliação do nervo óptico, e exames complementares como campo visual, tonometria, paquimetria e OCT (tomografia do nervo óptico). Havendo o diagnóstico precoce, o tratamento torna-se mais eficiente.

O glaucoma pode ser primário ou secundário a outras doenças (tumores de retina, trauma, síndromes congênitas, uso de corticóide, entre outras). O tipo primário se divide ainda em glaucoma de ângulo aberto e glaucoma de ângulo fechado. Para cada tipo de glaucoma há um tratamento diferenciado. Para os dois tipos, porém, existem colírios que aumentam a drenagem e colírios que diminuem a produção do humor aquoso. Quando não for suficiente esse tratamento tópico, recorre-se à cirurgia para criar uma via satisfatória de drenagem.

Além do aumento da pressão ocular, o glaucoma está associado a alguns fatores como idade avançada, raça negra e história familiar (parentesco principalmente entre irmãos) predispõem o indivíduo a desenvolverem esse problema. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é responsável por 80% dos casos de cegueira nos países em desenvolvimento.

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