quinta-feira, 20 de julho de 2017

Redoxitos e Neymar: Instituto desenvolve para crianças de Praia Grande

Redoxitos® em campanha com Instituto Projeto Neymar Jr.
Criada pela W3haus, ação destina um real da venda de cada produto aos projetos sociais que o Instituto desenvolve para crianças de Praia Grande
São Paulo, 20 de julho de 2017 – Redoxitos® marca referência em vitamina C em gomas para crianças, está no ar com a campanha #VemPraDefesa, em uma parceria com o Instituto Projeto Neymar Jr. no qual, a cada Redoxitos® vendido, R$ 1,00 será doado ao INJR, que atende cerca de 2.400 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
O Instituto Projeto Neymar Jr. é uma associação civil sem fins lucrativos, que atualmente tem a capacidade para atender mais de duas mil crianças e adolescentes em um complexo educacional e esportivo localizado no Jardim Glória, na cidade Praia Grande, onde Neymar Jr. e sua família moraram por muitos anos.
Nicolas Andres Ferrin, gerente de Redoxitos®, explica que a campanha que usa o hashtag #VemPraDefesa tem total sinergia com o compromisso da marca em investir no desenvolvimento e imunidade das crianças. “O Instituto Projeto Neymar Jr. é um parceiro estratégico para Redoxitos® e para a Bayer, porque proporciona a oportunidade para que todos possam contribuir com a construção do futuro dessas crianças e adolescentes. A parceria estabelecida entre a Bayer com o INJR reforça o proposito social da marca e o papel do instituto com os pequenos do Brasil.”.
Com criação da W3haus, a campanha focada no ambiente digital estreou com um vídeo falando sobre a criação do Instituto, nascido do desejo do jogador em ajudar crianças carentes. "Criar esta campanha foi gratificante. Durante o processo criativo, todos os envolvidos, não só acreditaram e apoiaram a causa, como foram extremamente atenciosos e efetivos em todos os momentos. Esta relação entre agência e parceiro se refletiu claramente na criação, em que exploramos o lado defensor do Neymar Jr. quando se trata do Instituto. Foi daí que nasceu a ideia que fundamenta o título da campanha #VemPraDefesa", comenta Duda Bom Queiroz, diretor de Criação da W3haus.
Todos os Redoxitos® vendidos entre os meses de junho de 2017 a dezembro de 2017 estão participando desta ação social. A marca tem a meta de arrecadar 1 (hum) milhão de reais para o instituto nesse período.
“A parceria com Redoxitos® é excelente porque traz uma marca que possui valores que trabalhamos diariamente nas atividades que desenvolvemos e trará resultados altamente positivos para as crianças do Instituto”, comenta Altamiro Bezerra, Diretor Financeiro do INJR.
FICHA TÉCNICA
Agência: W3haus
Cliente: Bayer
Produto: Redoxitos
Título: #Vempradefesa
Diretor de criação: Duda Bom Queiroz
Head of art: Carlos Pimenta
Community Manager: Victor Ueno
Redação: Ricardo Sartorelli
Direção de arte: Enzo Roncari
Produção: Lucas Costa, Kazuo Sugui e Sabrina Fujikura
Mídia: Rafael Macedo, Vitor Gil, Aline Castro, Marília Machado e Vinicius Campos
Atendimento: Cintia Valente, Guilherme Vilaggio, Marcelo Tuma

Dívida milionária pode deixar centenas de pacientes com doença renal crônica sem hemodiálise ...


Saúde e doenças e tratamentos atualizados no dia
Atualização diária 20 de julho de 2017


NOTÍCIAS

Dívida milionária pode deixar centenas de pacientes com doença renal crônica sem hemodiálise ...
19/07/2017 16h56 Atualizado há 9 horas ... A possível suspensão do tratamento é em razão de uma dívida de R$ 8 milhões do ... Além disso, comunicou que irá pagar R$ 478 mil à empresa até o dia 25 deste mês. ... Muitos já são idosos, e têm outros problemas de saúde além de doenças no rins.
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Roger Machado sai de cabela erguida. Mas, diretoria precisa faxinar elenco para o time melhorar

Roger Machado sai do Atlético Mineiro como excelente profissional, no entanto, não conseguiu unir o grupo e nem ser respeitado pelos jogadores. Não teve pulso forte para manter no banco jogadores em má fase e promover novos jogadores e até de pedir reforços para a diretoria. Sai como foto, de cabeça erguida fez um trabalho digno, que digo sem medo de errar, algo dentro do time, não é diretoria, boicotou o trabalho de Roger, que faltou, nesse processo, treinar jogadas, talvez seja isso, indisciplina de craques que não correm, não dão o sangue.
 Resultado de imagem para escudo do galo e foto do roger
Devemos lembrar que Marcelo Oliveira passou pelo Atlético, Vanderlei Luxemburgo e até Tite, quando o time não obedece, não é unido, não tem objetivo, focado e se sacrifica, como foi o time de Cuca que conquistou a primeira Libertadores do time, que jogava com garra, sangue em cada partida, com o coração na ponta da chuteira.

Assim a torcida do Galo é acostumada, parece que desde sua fundação, a ganhar títulos caseiros, internacionais, competições de duas ou três partidas, mas jogando um futebol convincente, que não precisa de juiz, não precisa de pênalti, bola parada de falta, porque sabe o caminho da alegria, tem objetivo, o gol, a vitória de qualquer jeito.

Agora é aguarda que não venha a emenda do soneto pior ainda e que o time vai parar na Zona de rebaixamento que se continuasse com Roger e do jeito que está iri. O Atlético agora precisa de seu presidente o Daniel Nepomuceno pulso firme e mandar embora alguns jogadores e se tiver quem quer ser vendido para o São Paulo, caso de Marco Rocha, venda. Luan que não concorda que o time está ruim, também que ele escolha time melhor para jogar.

Rafael Carioca é unanimidade entre torcedores deveria estar no banco no mínimo. Acabou seu entusiasmo e vontade de jogar no Galo, parece que outros cenários lhe fariam bem. O Atlético, teve tantos jogadores que ainda jogam futebol, o caso de Márcio Araújo, jogava bolão, mas parece que enjoou e foi para vários clubes, hoje joga no Palmeiras, campeão brasileiro do ano passado.

O cracaço Diego Souza do Sport de Recife jogou no Galo, rodou, saiu e voltou do Sport, hoje está fino e na seleção brasileira e marca gol, distribui bola e sempre é notado.

Então é agora, o time não está rendendo 50%, diretoria faça a faxina daqueles que vão suar e trazer vitórias para o Atlético Mineiro,
Galo forte vingador e, separe o joio do trigo, aproveite a crise e faça tudo de uma vez.

Por uma outra reforma trabalhista

Grupo Reindustrialização
Por uma outra reforma trabalhista
*Clemente Ganz Lúcio
A proposta de reforma trabalhista que tramita no Congresso Nacional em alta velocidade impede o debate necessário sobre o sistema de relações de trabalho no Brasil. Há consenso de que é preciso adequar o atual sistema às profundas transformações do mundo do trabalho, mas o modelo proposto está longe de ser unanimidade. Apesar da pressa que parlamentares têm para aprovar essa proposta, é possível afirmar que dá para construir uma outra, na qual haja convergência, prevendo um novo sistema de relações de trabalho centrado na negociação coletiva, com transição pactuada.
Um sistema de relações de trabalho e de direito laboral normatiza e regula a relação entre trabalhador e empregador, trata conflitos, define direitos trabalhistas, tem impacto decisivo sobre a produtividade, além de determinar a partilha dos resultados da produção.  Assim, pode alavancar processos civilizatórios, cujos impactos influenciarão o papel do Estado, a economia e a sociedade como um todo. Trata-se de uma construção social e histórica que, ao organizar as relações de trabalho, é responsável, em grande medida, pela coesão da sociedade.
Transformar um sistema de relações de trabalho exige um compromisso coletivo sobre os objetivos e resultados esperados com a mudança, bem como com o processo de transição para o novo. A avaliação dos múltiplos impactos sociais e trabalhistas é fundamental. O consenso gerado pelo diálogo também deve prever monitoramento de resultado e correção de desvios.
Um sistema de relações de trabalho organizado a partir da negociação coletiva requer sujeitos coletivos que efetivamente representem os interesses das partes. No centro da concepção desse sistema estão a criação e a manutenção desses sujeitos e instituições, que atuarão sobre um conflito permanente pela repartição da renda e da riqueza geradas pela produção e pelo trabalho, e darão soluções, sempre parciais e provisórias, comuns a todo regime democrático.
No estado democrático e de direito, o sujeito coletivo que representa os trabalhadores são os sindicatos, que precisam ter os instrumentos adequados para conduzir a negociação em condições de equilíbrio de forças com o poder econômico. Estrutura, organização, financiamento, acesso à informação, incentivo ao diálogo, mecanismos de solução voluntária e ágil de conflitos, instrumentos de pactuação do acordado, bem como garantia do cumprimento do acordo são algumas das condições que favorecem o sistema de relações de trabalho baseado na negociação.
A abrangência dos acordos, ou seja, quais trabalhadores serão beneficiados pela negociação, é uma escolha fundamental, pois terá repercussão sobre a organização e o financiamento sindical. Um sistema baseado na negociação coletiva deve garantir processos negociais do local de trabalho até o nível nacional (empresa, categoria, setor).
A relação complementar e harmônica entre a legislação trabalhista e o negociado e o papel da Justiça do Trabalho para mediação, arbitragem e solução de conflito também são partes essenciais do novo sistema.
No caso brasileiro, o sistema deve ainda considerar as profundas desigualdades de condições entre trabalhadores e empresas, o que tem impactos sobre as condições de trabalho e a capacidade real para gerar proteção laboral. A informalidade é a situação limite que expressa essa desigualdade e precisa ser enfrentada e superada.
O combate às práticas de precarização das condições de trabalho, de jornadas excessivas, de atitudes antissindicais, entre outros aspectos, devem fazer parte do desenho de um sistema de relações de trabalho que valorize a negociação.
O sistema deve também gerar compromissos com o desenvolvimento econômico das empresas e a repartição de resultados. Desenvolvimento é sinônimo de incremento/repartição da produtividade, que é fruto da complexa combinação entre o investimento na qualificação do trabalhador, a qualidade das condições dos postos de trabalho, a tecnologia empregada no processo de produção, entre outros fatores internos e externos à empresa ou organização. Para que seja efetivo, é preciso que haja instrumentos que atuem na perspectiva da pactuação de longos processos de mudança produtiva e de distribuição equitativa dos resultados.
Essas são algumas questões a serem consideradas no desenho das mudanças do sistema de relações de trabalho. Tudo isso evidencia a complexidade e repercussão econômica, política, social e cultural que as alterações podem e devem provocar. Por isso mesmo, o desenho normativo do novo sistema deve ser resultado de cuidadoso processo de reflexão e diálogo social.
Uma reforma deve buscar construir uma nova cultura política nas relações laborais e, por isso mesmo, ser construída no espaço indelegável do diálogo social e de ampla negociação que inclua todos os agentes econômicos e políticos. Essa construção deve garantir compromissos com o novo modelo, capazes de conduzir a transição e gerar confiança para enfrentar as incertezas geradas pela mudança.
O sucesso de todo esse processo dependerá, em grande parte, da estratégia de transição, que precisa incentivar a adesão e a experimentação, promovendo e divulgando as boas práticas.
Efetivamente, todos esses elementos de conteúdo e processo não estão presentes no projeto de reforma trabalhista apressadamente aprovado pela Câmara e agora em análise no Senado. Ao contrário, o processo de mudança em curso cria derrotados, promove intencionalmente desequilíbrios na representação, inibe e impede a ação dos sindicatos, subtrai direitos e desvirtua o acesso à Justiça do Trabalho. Construído fora do espaço do diálogo social, o sistema que emerge dessa reforma acirrará os conflitos, aumentará a desconfiança, fragilizará compromissos e trará mais insegurança. Esse é um projeto de um país que está andando para trás.


 *Clemente Ganz Lúcio é  Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização 


Julho Verde alerta sobre câncer de cabeça e pescoço


 
Se descoberta em estágio inicial, as chances de cura podem ser superiores a 90%
 
O “Julho Verde”, assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, é um período voltado para a conscientização sobre câncer, nesse caso, na região da cabeça e do pescoço. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), referente ao período 2016/2017, são esperados cerca de 30.000 novos casos somente de cavidade oral, laringe e tireoide no Brasil. “Esses alertas são importantes para que a população entenda o quão importante é se informar sobre assunto para se prevenir e entender como perceber os sinais da doença“, explica Thiago Jardim Arruda, radio-oncologista da Radiocare-Hospital Felicio Rocho.
 Entre os tipos mais comuns da enfermidade estão câncer de boca, faringe, laringe, e tireoide. Excetuando-se o câncer de tireoide, todos os outros sítios acometidos compartilham dos mesmos fatores de risco. “O cigarro e o álcool são os principais responsáveis por esse tipo de doença também. Geralmente, o paciente que é diagnosticado tem algum desses hábitos. Lembrando que se combinados os dois, a chance de ter a doença pode aumentar em até 20 vezes", conta o especialista.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) na última década a incidência do câncer de boca e orofaringe em pacientes mais jovens e não tabagistas, tem aumentado bastante devido à contaminação pelo papilomavírus (HPV). “O vírus aumenta as chances de aparecer o tumor. Infelizmente, as pessoas ainda não se conscientizaram que sexo oral também necessita de proteção”, explica Arruda.

 Diagnóstico Precoce
 “A campanha também é importante para que as pessoas compreendam que uma simples ferida que não cicatriza, nodulações no pescoço, alterações na voz ou ainda, uma dor de garganta que dure mais de três semanas podem ser sinais da doença”, esclarece Thiago Jardim Arruda. Ainda segundo o radio-oncologista, saber os sintomas e recorrer às consultas médicas é essencial para o diagnóstico precoce.  Segundo Arruda, as chances de sucesso do tratamento podem ser bem maiores se o tumor for descoberto no estágio precoce da doença. Por isso, é importante ficar atento aos sinais do corpo e, a qualquer alteração, procurar um médico especialista.

Confira dicas de limpeza para evitar que doenças respiratórias se agravem no inverno


A diretora executiva da rede de limpezas, Lilian Esteves, listou alguns cuidados importantes na hora de limpar a casa

O ar frio e seco, típico do outono-inverno, impulsiona o aumento das alergias respiratórias, como bronquite, renite, sinusite, otite, faringite e asma. A tendência é de que essas alergias aumentem cerca de 40% nessa época do ano. O crescimento dos casos de asma, principalmente, é assustador. Dados de 2016 da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a doença é a terceira maior causa de internação no SUS, com cerca de 2 mil óbitos por ano.

A chegada do inverno faz com que muita gente mantenha a casa fechada, o que pode influenciar no aumento de sujeira, poeira e ácaros, caso não seja feita a limpeza adequada. Consequentemente, pode agravar as doenças respiratórias típicas dessa época.

Para evitar que as doenças respiratórias se agravem no inverno, a diretora executiva da rede de limpezas House Shine, Lilian Esteves, listou algumas dicas:

- Cuidado na hora de varrer
Muitos acreditam que usar a vassoura para limpar a casa é o suficiente, mas essa prática na maioria dos casos pode até agravar o problema pois tende a colocar em suspensão as partículas responsáveis por deflagrar alergias. Dê prioridade para panos úmidos e aspirador de pó com filtro HEPA.

- Evite a utilização excessiva de produtos de limpeza
Alguns produtos costumam ter o cheiro muito forte por conta dos seus componentes, então o ideal é usar com moderação esse tipo de material. Prefira produtos com um odor mais suave.

- Atenção com tapetes, cortinas e bichos de pelúcia
O ideal é evitar tudo o que possa acumular poeira, e sempre que for possível, realizar a limpeza periódica desses itens de casa. Na dúvida, existem empresas que oferecem serviços especializados para lavagem de estofados, tapetes e cortinas.

- Mantenha sempre a casa arejada
É importante que a residência esteja sempre com o ar circulando, portanto evite ficar com as janelas fechadas por muito tempo. Umidificadores de ar costumam ser um bom aliado também em locais secos.

- Use o espanador com cuidado
Sempre que for remover o pó dos móveis, o mais recomendável é usar um pano de microfibra úmido ao invés do espanador, pois a maioria dos disponíveis no mercado apenas transfere o pó de lugar, se optar por um espanador, utilize um eletrostático, que retêm as partículas de sujeira.

- Atenção com o seu pet
Quem tem animais de estimação em casa já está acostumado com o hábito dos animais muitas vezes dormirem sobre o sofá ou cama, o ideal é evitar esse tipo de prática. Mas se optar por manter, indicamos que por costumarem soltar muitos pelos, o ideal é forrar os móveis com lençóis ou colchas que possam ser removidas e lavadas.

- Roupas sempre lavadas
Como o guarda-roupa é um local fechado, é sempre bom ter cuidado com as peças, as roupas de inverno que ficarão sem uso, após lavadas, devem ser armazenadas em embalagens fechadas a vácuo, principalmente as de lã, que costumam acumular pelos com mais facilidade.

- Evite fumar dentro de casa
Algumas pessoas costumam ter o hábito de fumar dentro de casa, além do hábito de causar diversos males a saúde, a fumaça pode contribuir também para o agravamento de uma alergia e doenças respiratórias, o ideal é evitar ao máximo esse hábito.

- Limpe sempre o ar-condicionado
Com a chegada do verão, o ar-condicionado costuma ser ligado com mais frequência, porém muitos não costumam ficar atento com a limpeza interna do aparelho. É importante realizar a manutenção periódica com uma empresa especializada.

- Na dúvida, contrate uma limpeza profissional
Para garantir que seja feita uma limpeza de forma adequada, é importante contratar uma empresa que oferece esse tipo de serviço, pois elas contam com equipamentos próprios e treinamentos para retirar ácaros e outros alérgenos como fungos com mais eficiência.


Informações para a imprensa:
Encaso Comunicação Corporativa
Jornalistas Responsáveis:
Ana Paula Soares – ana@encasocomunicacao.com.br

 

Infectologista responde às dúvidas sobre as doenças de inverno



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