segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Quem acredita nos capitalista brasileiros vão morrer de fome e se votar com o estômago mais ainda

 Artigo

Não é defesa do governo de Dilma Rouasseff. Os críticos deveriam inúmeras os malefícios até mesmo para que isso não ocorre e regrida o país, o que não é possível. O país não afundou com o jeitinho e o toma lá dá cá onde a transferência de impostos caiu no cofre de Empreiteiras, diretores de estatais e políticos. Não será agora que a Operação Lava Jato deve encerrar suas atividades com os corruptos, a grande maioria na cadeia, em 2018.

Quem suscitou isso é Gustavo Franco, ex-secretário do Ministério da Fazenda e presidente do Banco Central, um dos estudiosos do Plano Real, absurdo dizer que esse plano deu certo. Foi um dos planos que foi feito pela Ditadura Militar, por Sarney e por Collor de Mello, com algumas diferenças pontuais.
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Deveríamos pensar que Lula é eleito, não foi pela baboseira de Lula, paz e amor, que ele se tornou que convenceu o empresariado nacional. Estes estavam derrotados pela inflação e pela alta do dólar e não ganhavam mais dinheiro na especulação e não tinham planos para a indústria e o comércio. Apenas a agricultura que houve investimentos massivos e desde de Dilson Funaro nas sucessivas crises de abastecimento, de carne, de boi no pasto e da Lei Delegada número 4 e até mesmo com Figueiredo, quando ele lançou, o programa de acabar com o especulador para que a comida chegasse direto na feira para que as pessoas tivessem acesso. Sem o atravessador que encareceria, segundo seu governo.

O governo de Dilma Rouasseff foi boicotado pela indústria e industriais. Os depoimentos de Marcelo Odebrechet chega a ser caótico quando ele pede interlocutores, quando o pai, usa Lula para falar com Dilma. Ela foi política o tempo todo, inábil economicamente e errou na avaliação política ao delegar mais poderes com seu fiel escudeiro, o vice-presidente Michel Temer que arquitetou junto com industriais, na maioria paulistas de derrubar todo seu stafe e ela também do poder. Ele conseguiu e desde industriais, agropecuaristas, super atacadistas e mercadistas, latifundiários. Enfim, que tinha o que ganhar e estava a muito perdendo espaço nas decisões do país investiu pesado para comprar pessoas que precisavam de dinheiro para viver ou sobreviver ou que não tem o mínimo de experiência e consciência política.

O mensalão foi o sinal, a mensagem bem decifrada para todo o governo do PT, desde partido, a governantes eleitos. A prisão, julgamento e condenação de José Dirceu da Silva, que se tornou Ministro da Casa Civil, influente e rico ao mesmo tempo, de guerrilheiro anestiado a empresário rico e bem sucedido. Mas, que saiu do governo a bengaladas e pela porta dos fundos do Palácio do Planalto, quase que direito para cadeia, de onde não sairá, talvez com idade de gozar de sua vida com plenitude.

O Plano Real, gerou inflação, carestia, desemprego, juros alto os juros foram normalizar somente no segundo mandato de Lula, com o seu vice, se tornando o arauto da baixa dos juros para o país crescer. O José de tantas cirurgias contra câncer, o industrial, empresário que ajudou a Lula governar o Brasil, o bom mineiro, que como Itamar, ajudou Collor a subir e a cair em pé e não ir direto para a cadeia quando renunciou diante da nação em pé e nas praças gritando pelo impeachment do primeiro presidente corrupto que o Brasil das diretas, já havia produzido, dado a incompetência e inabilidade política e pessoal de Lula, ainda o sapo barbudo que Brizola, conhecedor dos bastidores de Lula, o chamava na intimidade e vazou para a imprensa.

Dilma está quieta e não vestirá a carapuça de bode expiatório das mazelas do Brasil. O país é governado pelo aristocracia rural, pela plutocracia industrial e banqueira e pelos novos ricos, entre eles, supermercadistas, atacadistas, redes de televisão e financistas, os mais ilusionistas do mercado, como Eike Baptista, que aplicou golpes até mesmo em Dilma Rousseff que acreditava nas suas patifarias financeiras, onde tombou fortunas, queimou toneladas de petróleo e afundou muitos barcos sólidos pelo país e mundo afora. Quase volta com o cinto de castidade, mas desta vez no pescoço quando sua mulher desfilou com gargantilha escrito que ela tinha dono, quer mais o quê, prepotência maior do que esse apenas duas dessas.

O Estado brasileiro, que era pai e patrão, na época da ditadura militar, continuou com a Constituição cidadã, pressuposto que o Estado brasileiro cobra muito imposto, com a intenção implícita em todas as suas leis vigentes e que organizam a sociedade, de que esses impostos são investidos na sociedade, no cidadão dado a sua importância social. Mentira, não faz isso e nem o cidadão é importante. O Estado não faz nada funcionar corretamente, nada, educação e saúde, são as bola da vez e tecla desgastadas, linotipo furando o papel, letra apagada de anos e anos, não melhora, ao contrário, piora e a culpa, é da corrupção, o dinheiro sempre acaba na mão de grandes construtoras, bancos, grandes milionários, bilionários que mandam o dinheiro ganho para outros bancos fora do país que investem no seu país e até mesmo empresta dinheiro para o Brasil em investimentos de plataforma de petróleo.

Grande transferência de dinheiro brasileiro hoje ocorre legalmente nas exportações e todos, desde a ditadura militar, aplaudem e investem nisso. Sacas de café, arroz e feijão, minérios, tudo quanto é melhor, a carne vai para fora e custa muito menos em termos de qualidade daquilo que fica no país é servido para o cidadão da Constituição cidadã. Mas, isso traz dinheiro para o país e afirmam que geram emprego e temos hoje 13 milhões de desempregados e cadê os industriais que apoiaram Michel Temer, eles geraram algum emprego novo ou começam a devolver os empregos que tiraram ou que estavam tirando para desestabilizar o governo de Dilma.

O desemprego é a moeda dos fascistas e nacionalistas, industriais, supermercadistas, banqueiros, latifundiários, agropecuaristas e outros que possuem bilhões de fortuna, como os cervejeiros, os carniceiros - ou açougueiros. Nas próximas eleições os magos subirão ao palanque e prometerão empregos, salários melhores, desenvolvimento econômico. Mas, ninguém falará sobre a corrupção, sobre a inflação, sobre o saneamento básico, sobre a transferência de renda para o trabalhador que pode ocorrer somente através de salários melhores e com condição de compra. O salário mínimo do diese deveria estar e torno de R$ 4.000,00 e se paga R$ 937,00 e nos Estados Unidos, França e tantos outros países como Coreia do Sul, todos melhores que o Brasil, pagam melhores salários com nossas mercadorias, com nosso dinheiro que compramos e produzimos seus carros e ganhamos pela força do governo, do estado, salários mínimos de categorias, ou mínimo, mesmo para não se morrer de fome e miséria.

No Brasil, atualmente tem somente patriotada, os políticos e dirigentes são hipócritas, não falam a verdade nunca. Nem quando são presos em flagrante delito da mentira e da contradição. São os eternos mágicos, predigitadores que enganam a opinião pública, que compram voto e ludibriam as leis, os juízes e todo o Poder Judiciário que é covarde e prejudica os fracos. Erram porque limparam as mãos e outras partes do corpo com escritos de grandes luminares do direito no país como Rui Barbosa e outros.

Hoje, advogados e economistas, trabalham e ganham milhões e milhões e tornam-se as raposas que tomam conta do galinheiro e as raposas podem comer quantas galinhas elas quiserem que o almoço e o jantar já estão incluindo na conta. Não se respeita mais o ser humano, o velho, a criança, a mulher que vai dar a luz, que vai gerar o futuro da nação. O respeito é para os trouxas, como o amor, que nasce no coração.

O Brasil atual não tem economia, não tem política, não justiça, não investimento e não tem futuro. Daqui cinco anos o Brasil vai estar no mesmo dilema, eleições e mesmo tema, corrupção, falta de credibilidade no exterior, endividamento, sem condições de pagar a dívida externa. Tudo devido os capitalistas brasileiros serem apátridas, o capitalismo e o capital, são apátridas. Os capitalistas falam em família e matam os filhos de fome, de desejo, de ódio e cria desde o drogada, ao latrocida, o estuprador.

Não acreditem em personalidades políticas, em escritores que vão salvar o país, na economia, na política. Todos eles estão a serviço do capital interno e externo. Eles fizeram fórmulas que não entende e são explicadas simploriamente, na prática será outra coisa, transferência de capital dos impostos para as fortunas nacional e internacional através do FGTS para as construtoras, obras gigantescas, como campos de futebol, hidrelétricas, rodovias, megaprojetos que unam e enganem o país que estão dando emprego, distribuindo renda como o Bolsa Família, aclamado no exterior dado a super concentração de dinheiro que o Estado e os ricos fazem em cima do trabalhador brasileiro, explorado e espoliado, que é o pior, a exploração se faz pelo trabalho, é normal e justo, todos precisam trabalhar para viver. Mas, a espoliação é quando se tira a comida da mesa de crianças, a escola de qualidade para formação de cabeças pensantes, não para a droga e para o crime. Pois, quando sair da escola em casa pode encontrar a panela vazia, o pai desempregado e bêbado e a mãe trabalhando e desolado, desesperada pela situação, que ela, essa sim, não tem culpa.

O único mérito de tudo isso é que o Brasil se livrou dessa lenga-lenga de guerrilheiro salvacionista. O resultado está ai, grande maioria desses guerrilheiros que foram para o estrangeiro, fugiram, foram trocados a maioria virou bandido, corrupto e enriqueceram, será que para fazer a revolução. Qual seria? A do bolso, como fez Sérgio Cabral, Garotinho e outros que estão engaiolados e ainda comendo do bom e do melhor, afinal, malandro é malandro, mas estes homens, são malandros, mesmo? A dúvida mãe do demônio não nos deixa responder com certeza, tudo pode ser nesse país, menos a certeza de que os homens que estão hoje e lideram o pais vão fazer alguma coisa pelo país. Jogaram a forma fora de Gandhi, Mandela, Luther King e muitos outros homens que pensaram no homem e na mulher, nos contemporâneos e nas próxima geração.


Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16.539 SP/SP


Evento Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde: conectando pesquisas e soluções

Informe promocional

O Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS), em seu papel de formulador, implementador e avaliador da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, organiza o evento “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde 2017: conectando pesquisas e soluções”, que ocorrerá em 29 e 30 de novembro em São Paulo/SP.
O evento contará com a presença de 48 representantes de instituições nacionais e internacionais, incluindo o vencedor do prêmio Nobel de Medicina em 1998, Ferid Murad. O objetivo será debater os maiores avanços científicos de temas emergentes da agenda de saúde, buscando a troca de conhecimento, o estímulo à inovação no país e a conexão entre resultados de pesquisas e a geração de soluções em saúde.

Uma Feira de Oportunidades com mais de 50 estandes e mais de 25 Rodas de Conversa serão os espaços para reunir os atores que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação em saúde do Brasil, de modo a buscar alternativas para as lacunas existentes no atual modelo brasileiro, permitindo a articulação de possíveis parcerias entre a academia e o setor produtivo público e privado. Também haverá espaço para órgãos reguladores, a fim de facilitar o acesso e a interlocução dos grupos pertencentes ao setor saúde às entidades relacionadas à inovação, tanto do setor público quanto privado (Anvisa, Conep, INPI, CMED, Conitec, Jansen, GSK, Universidades Federais, Rede Nacional de Terapia Celular, dentre outros).

No primeiro dia de evento haverá também a cerimônia de entrega do Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS – 2017 que visa valorizar a comunidade científica que contribui para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no país. O prêmio está na décima sexta edição e contabilizou 522 projetos inscritos em cinco categorias: Trabalho Científico Publicado; Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Produtos e Inovação em Saúde e Experiência Exitosa do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde – PPSUS.

O futuro da saúde passa pela interoperabilidade



Por André Silveira, diretor de tecnologia e produto da Pixeon, e Humberto Santos, analista de requisitos

Um turista de São Paulo, em férias na Bahia, sofre um acidente durante passeio na capital soteropolitana. O paciente é prontamente levado a um hospital da região, e a primeira providência tomada pela equipe médica segue o protocolo comum em muitas instituições de saúde Brasil afora: uma série de exames deve ser realizada antes que qualquer procedimento seja iniciado.
Resultado de imagem para fotos de medicos e diversos exames
Neste caso fictício, especificamente, nada de mais grave aconteceu – apenas uma torção no tornozelo e algumas escoriações em decorrência da queda. Após horas no hospital, o viajante estava de volta ao seu quarto de hotel se preparando para o jantar.

Quando se trata da vida real, este nem sempre é o roteiro: a depender do caso, a agilidade no atendimento pode ser determinante para garantir a integridade do indivíduo. Nessas horas, um sistema integrado com o histórico de pacientes que elimine a redundância de alguns exames se torna um aliado das instituições de saúde na “luta contra o relógio”.

E é exatamente por isso que o conceito de interoperabilidade tem pautado importantes discussões no mercado da saúde, pois garante a capacidade de diversos sistemas e instituições trabalharem em conjunto, apesar de suas particularidades, de modo a garantir que interajam para trocar informações de maneira eficaz e eficiente. Ou seja, são universos diferentes que possuem a mesma forma de se comunicar.

Simplificando, e recorrendo mais uma vez ao exemplo da ficção relatado no início desse texto, a interoperabilidade permitiria aos médicos de Salvador o acesso a todo o histórico de atendimentos do viajante paulista – realizados em São Paulo ou em qualquer outra cidade do Brasil –, incluindo sua informações ligadas à presença de alergias, doenças pré-existentes ou possíveis interações medicamentosas.

Garantir que dados coletados por meio dos equipamentos de um hospital sejam compartilhados com outras instituições pode, por este prisma, parecer benéfico apenas aos próprios pacientes, mas não é verdade. A disseminação desse conceito pode ser um dos atores da transformação de toda a saúde no país, uma vez que evitaria o desperdício de recursos causados pela realização de exames desnecessários, o que impacta diretamente nos custos operacionais de hospitais e clínicas e nos preços e reajustes praticados pelos convênios, por exemplo.
Já os benefícios proporcionados a hospitais, laboratórios e clínicas são inúmeros. Não são poucas as instituições que tornaram seus processos mais ágeis e eficientes – e reduziram consideravelmente a quantidade de erros – após o uso de soluções que possibilitam uma atuação integrada, em detrimento ao uso de sistemas próprios e que não “conversam” entre si. Em um país de dimensões continentais como o nosso, não é difícil mensurar os impactos quantitativos e qualitativos que seriam causados apenas com a adoção de novas práticas e de uma atuação com base na tecnologia.

Ainda que a interoperabilidade garanta que mais seja feito com investimentos menores, infelizmente está longe de ser unanimidade no mercado. Mas, não há dúvidas de que este é um tema que deve ser discutido com todos da sociedade, considerando os benefícios para instituições (hospitais, clínicas, laboratórios, centros de imagem, radiologia e diagnósticos), profissionais de saúde e, principalmente, pacientes. Assim como em um atendimento de emergência, a urgência nesse debate pode ser a diferença entre a vida e a morte de muitos brasileiros.

Fotônica e nanotecnologia aplicadas a dispositivos médicos

Fotônica e nanotecnologia aplicadas a dispositivos médicos são tema de evento no CPqD

Instalações do Centro vão abrigar Diálogo Setorial que integra a agenda de encontros União Europeia-Brasil


Campinas, 27 de novembro de 2017 - O CPqD vai abrigar em suas instalações, em Campinas, o workshop Diálogo Setorial de Inovação em Fotônica e Nanotecnologia para Dispositivos Médicos, programado para os dias 30 de novembro e 1º de dezembro. O evento faz parte da agenda dos Diálogos União Europeia-Brasil, instrumento de cooperação entre o país e a União Europeia que envolve a troca de conhecimentos, experiências e melhores práticas de natureza técnica ou política.

Organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - por intermédio da Coordenação-Geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Convergentes e Habilitadoras, representada pelo coordenador geral Leandro Antunes Berti - e pela Delegação da União Europeia no Brasil - representada pelo ministro conselheiro Carlos Oliveira -,  o Diálogo Setorial tem como objetivo estimular projetos que aliem o uso da nanotecnologia e da fotônica ao desenvolvimento de técnicas para equipamentos e sistemas inteligentes de medicina diagnóstica e terapêutica. Para isso, a programação do evento prevê a realização de painéis reunindo representantes de empresas e instituições de pesquisa do Brasil e da União Europeia - entre eles, o vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento do CPqD Alberto Paradisi; Petra Wieler, do Future Technologies and Europe Department/VDI, e Linas Eriksonas, coordenador do projeto LASER-GO/LITEK, representando o Photonics21, plataforma tecnológica europeia que reúne os principais atores da área de fotônica.

A cerimônia de abertura e os painéis acontecerão na manhã da quinta-feira (30/11). Para o período da tarde e a sexta-feira (1.º/12), estão programadas visitas técnicas a laboratórios do CPqD, à empresa BrPhotonics, ao Centro de Componentes Semicondutores da Unicamp, ao Laboratório Nacional de Nanotecnologia e ao Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (Sirius), ambos do CNPEM - Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais e ao Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer.


Outsiders precisarão recorrer à velha política para vingar

Brasil
Atualização diária 27 de novembro de 2017


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Prefeitura do Rio monta esquema especial para passeata LGBT em Madureira
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Reforma da Previdência chega ao plenário em versão “mais fácil de explicar à população”
Aprovado em maio pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer pode finalmente chegar ao plenário na próxima semana. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) convocou sessão ...
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Nova proposta de reforma afetaria 34,6% dos trabalhadores brasileiros
Se a nova versão da reforma previdenciária, mais enxuta, já estivesse em vigor, não teria provocado nenhuma mudança para cerca de dois terços (65,4%) dos beneficiários da Previdência. O cálculo foi feito pelo consultor do Senado Pedro Nery.
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O presidente Michel Temer (PMDB) passa bem após ser submetido a uma angioplastia de três artérias coronárias na noite desta sexta-feira (24). A informação é do médico Roberto Kalil Filho, um dos responsáveis pelo atendimento ao presidente no ...
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Previsão do tempo pode parar sem aviso prévio
São José dos Campos (SP), 26 - A principal máquina de previsão do tempo no País está à beira da morte. Aos sete anos de idade, o supercomputador Tupã, do Centro de Previsão de Tempo e Meteorologia (Cptec) do Inpe, em Cachoeira Paulista, a 200 ...
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Jornal de Saúde informa

Febre amarela: Caso suspeito de febre amarela em humano é investigado em Carmo do Paranaíba e Idosos não conseguem vacina

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